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The Daily Miacis

Japão

Enviaram-me um mail (obrigada Corina!), com um link, para ver estas imagens. Coloquei aqui só algumas imagens, as que me pareceram mesmo impressionantes, que mostram mesmo a força de mudança da agua. Se quiserem ver mais, aqui está o link

http://www.nytimes.com/interactive/2011/03/13/world/asia/satellite-photos-japan-before-and-after-tsunami.html?hp

Ainda não estamos convencidos, que se a Mãe natureza resolver limpar-nos da face da Terra, não há Noé que nos salve?

Até á próxima!

Não sei se choro, se rio

Ultimamente, tenho andado a ver assuntos relacionados com peixes, não só por causa de um trabalho para a Faculdade, mas porque ando tentada a comprar um Beta (desde os meus 6 anos). E, das imensas coisas que já vi, muitas não relacionadas com o que estava a pesquisar, fui dar de caras com isto

[caption id="" align="aligncenter" width="300"] Aquário Labirinto[/caption]

[caption id="attachment_46" align="aligncenter" width="300"] Betta splendens[/caption]

É um aquário que é constituído por globos  que estão ligados cada um entre si por tubos de vidro que permitem a passagem dos peixes de um ambiente para o outro, porque pode-se criar diferentes ambientes em cada globo. Assim permite ter vários tipos de peixes, e tem um próprio sistema de iluminação, e também iluminação. Lindo não é? Fiquei apaixonada... até ver o preço. 6,500 dólares americanos. Daí o titulo deste post. Quem é que no seu perfeito juízo (quero eu dizer, uma pessoa normal, com quantidades de dinheiro normal) vai comprar uma coisa destas? Já mal para os aquários normais, quadrados. Ou mesmo para os de água quente. É como se fosse o "Mona Lisa" entre o mundo dos fanáticos por aquarofilia.

Este modesto aquário foi desenhada e está a venda no site da Opulent items, cujo o seu slogan é "Home of unusual  luxure" ( aaahhh! agora já se percebe o preço). Tem coisas fantásticas, é verdade, como isto

[caption id="" align="aligncenter" width="300"] Lavatório de "Peixes"[/caption]

Um dia hei-de ter dinheiro para comprar a torneira e o vidro do lado deste "simples" lavatório. Depois de muito suspirar por este belo item, pensei " Fogo, tanta pobreza, tanta gente a morrer á fome, crianças a morrer por uma simples diarreia porque os hospitais não têm sequer um simples soro de NaCl, e pessoas a estourar a torto e a direito, em coisas tão fúteis, e o que passa na TV é que a não sei quantas desfilou com um biquíni de não sei quantos quilates de diamantes.... este mundo está tão errado". Não, continuei com a vontade de o comprar... podre, sei que sou.  Mas não deixa de estar certo o que pensei.

Mas, hoje foi um dia produtivo nas pesquisas, e eis que deparo-me com esta noticia

"Um comerciante de Nakhon Pathom, na Tailândia, vende peixes tatuados. Os funcionários da loja injectam corantes das escamas dos peixes da espécie “molly”, formando desde números até bandeiras, como a do Japão"

[caption id="" align="aligncenter" width="300"] Peixe a ser tatuado[/caption]

Ora bem, isto sim foi intolerável. Agora até os peixes são tatuados.... Os Japoneses realmente, se fossem mexer numa coisa que eu cá sei, é que faziam bem. Devem ter mesmo um síndrome qualquer por serem tão baixos e feios, que tem que alterar tudo o que vêm. Deve ser por isso que há tantos sismos por lá, a ver se abanam as ideias para mete-las na ordem; sei que é de muito mau gosto e  os meus sentimentos por quem está a sofrer a sério, porque são situações inevitáveis e catastróficas, mas....Tatuar peixes? Eu nem imagino como deve ser. O peixe não respira sem água, deve ser 30s a tatuar mete o peixe na água, outros 30s...O que vale é que não têm que por vaselina. ( E não devem ser peixes de água salgada, porque não se pode por tatuagens sem ter feito 1 mês em água salgada).

E depois de ver essa notícia, vejo uma em que uma rapariga de 19 anos nos USA está em perigo de ser presa, por 2 anos, caso seja provado que ela  matou o hamster do seu irmão mais novo. Então de um lado do Mundo temos animais a ser mortos a pancada para depois a pele a ser tirada esteja em bom estado, e peixes a ser tatuados, e do outro lado, hamsters que dão direito a uma sentença a uma miúda.

Realmente, somos animais muito inteligentes e criativos, mas existe uma linha muito ténue entre inteligência e futilidade.

Até á próxima!

Domingo.

É um dia com muita contravérsia. Muitos não gostam porque não se faz nada, como a  querida Coco Channel que morreu num domingo, o dia que mais odiava; outros gostam porque é o dia em que podem fazer tudo e mais alguma coisa. E outros, é mesmo porque não se faz mesmo nada.  Mas a verdade, seja qual for a opinião, 90% detesta porque o dia  a seguir é: Segunda.

Para mim, é o dia em que descanso sempre que posso, ponho o meu "cinema" em dia, ou lembro-me de cozinhar alguma coisa requintada, ou mesmo é aquele dia em que o meu cerébro só existe para as funções básicas. É um dia para mim sempre nostálgico não sei porque. Quando ando nervosa ou stresses é o dia que nunca mais acaba. Sempre que quero que não passe as horas passam a correr, ou então acaba por nunca mais passar porque tou sempre a olhar para o relógio. Sempre que tenho de estudar, há sempre coisas tão bonitas  para fazer ou filmes engraçados para ver na Televisão que já não vejo faz séculos, ou então já sei as falas decor mas gosto sempre de o ver. Sempre que não tenho que fazer, passo o dia a bufar, e quando dou por ela estou a fazer qualquer coisa repetida pela milionésima vez (defeito de quem não consegue dormir durante o dia), e só me lembro de fazer qualquer coisa engraçada ao final do dia.

Mas eu escrevi neste 7º dia da semana, o dia em o senhor que criou o Mundo descansou (supõem-se!), para falar de uma coisa que nunca deveremos fazer a um domingo: sair á rua. É um perigo meus senhores! Desde velhotes  e velhotas que pegam no carro exactamente só no dia do descanso para ir visitar os primos ou filhos ou não sei quem, e que não sabem a estrada ou não sabem para que serve aquela coisinha preta de plástico do lado direito do volante. São estradas, ruas, com dois tipos de condutores ao mesmo tempo (que só cria estradas atrofiadas): os "pimp" e os condutores de domingo que vão desde os carros de familiazinha até aos já referidos velhotes. Mas o mais perigoso, é quando chegamos a um supermercado ou shopping, ou mesmo café, está tudo entupido. São crianças a chorar, são crianças aos gritos, são pais atrás dos filhos, são as familias que saiem inteiras á rua, são os espanhois (que me irrita solenemente ouvir falar em espanhol, principalmente vindo de um espanhol), são os grupos dos miúdos que só sairam com a ideia de fazer ( desculpem o palavreado) merda. É de tudo. Mas, tudo a consumir inacreditavelmente neste tempo de crise, e tudo sempre com a mesma cara, a mesma maneira de estar, de como se nada passasse estando o país a cair num buraco muito dificil de se sair. Mete-me um pouco de impressão, como continuamos com a mesma maneira de pensar, a mesma maneira de estar quando o Mundo, não só o país, o Mundo está em declínio. São as gerações futuras que nem sabem como é um peixe, ou não tem qualquer valores morais ou de respeito, é o petroleo a acabar e meus amigos, quando acabar o que uma matéria-prima vai provocar de ruptura no Mundo. É tudo e no entanto continuamos na mesma: aparências é o que conta.

Sei que talvez possa estar a exagerar um pouco, mas irrita-me porque é exactamente esta nossa maneira de estar no mundo tão arrogante, tão snob que nos está a levar a um ponto sem retorno. É que crises ecónimicas e socias muito bem, os governos vão e vêm. Mas onde vivemos, onde temos os nossos pés pousados, isso não. A não ser que o Stephen Hawking tenha razão  e que entranto a NASA decida abrir os cordões a bolsa e descobre que podemos viver num planeta qualquer longinquo, de que nos vales tudo o que temos, senão podemos viver para dar significado a isso?

Acabei com um assunto que não tem nada a haver com o titulo. Mas não está de todo modo fora de contexto:  é uma consequência  de sair á rua num Domingo, e o que me faz o Domingo =P

Até á próxima!


BLOGGER
Sou a Sofia Gonçalves. 29 anos. Curiosa sem fim, exploradora de livros, advogada de boa comida, gestora de estados ansioliticos, caçadora de sonhos, escriba escrava da palavras da minha cabeça, pajem dos meus animais.

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