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The Daily Miacis

Tea Tree Leave-In de Paul Mitchell

Quem me segue no Instagram, já viu que eu usei uma amostra de um shampoo e amaciador da linha Tea Tree, do Paul Mitchell. E adorei. O shampoo notei logo que lavou bem o couro cabeludo, e não me deixou o cabelo seco como normalmente me deixam os shampoos. E o amaciador foi top: deixou-me o cabelo macio, moldável, e também com um cheiro fantástico.

Como sabem fiz um corte de cabelo radical porque andava já há uns anos a pinta-lo e o ruivo nunca mais saia. E agora com as lavagens frequentes devido ao ginásio a cor abriu ainda mais, as pontas secaram mais, e então revolvi literalmente cortar o mal pela raiz, e corta-lo curtinho. Ainda assim, o meu cabelo tem a característica fantástica que quando é comprido (abaixo das orelhas) perdes os caracóis, mas acima desse ponto encaracola, e portanto assim curtinho começam a aparecer as ondas, e as pontas levantadas, o que não fica exactamente bem neste corte. Tenho conseguido controlar com o Creme para Pentear Anti Frizz da Boticário, principalmente quando o lavo e seco. Mas no dia seguinte tem dias que ele está muito desobediente. E tenho experimentado este leave-in da linha Tea Tree do Paul Mitchell.

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Primeiro conquista-me pelo cheiro, amentolado, eu sou dada a cheiros. Segundo, porque é sem parabenos, vegan e ajuda a manter a cor (se bem que agora a mim não me faz diferença que eu quero é livrar-me dela). Terceiro, porque este leave-in tem a particularidade que poder ser usado na pele. É verdade, dá para a pele e verdade seja dita, só usei nas mãos e fiquei com as mãos fofas.

A aplicação é em cabelo molhado, mas no entanto eu tenho usado em cabelo seco e não tenho tido problema. Coloco só uma pequena noz na mão, e consigo colocar o cabelo à minha vontade, se for demais fica já com aspecto de cabelo melado. Vi várias críticas acerca deste produto e bastantes extremistas: ou eram loucas pelo produtos, ou então diziam que ele era decepcionante e não fazia nada. Eu fico num meio termo: ajuda a modelar o cabelo e deixa as pontas macias, realiza a função de hidratação, nem deixa o cabelo pesado, mas não é miraculoso. Muitas queixavam-se que o cabelo continuava com o aspecto palha: concordo que ele não torna o cabelo com aspecto mais fino, mas no entanto quem tem o cabelo muito seco como palha o problema não é só resolvido com o leave-in, na minha opinião.

No geral, gosto bastante do produto, aliás quase todos desta linha. E penso que voltarei a comprar, pelo menos o shampoo. Ao comprarem esta linha também estão a ajudar o projeto "ReforestAction", que a Paul Mitchell apoia. Este projeto quer até ao final de 2016 ter planto 500000 árvores, para ajudar no sequestro do CO2 da atmosfera, e ajudar principalmente nas florestas húmidas do Perú e da Guatemala. E com isso providenciar os serviços ecossistémicos que essa reflorestação traz. Portanto são dois em um: estamos a tratar de nós, e do planeta.

Sinceramente,

Sofia G.

D.L. 2015 #5

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Life everlasting: The animal way of death, by Bernd Heinrich

Comprei este livro depois de ter lido uma critica muito boa no blog "The Dragonfly Woman", mas guardei-o na altura na estante porque estava a ler outras coisas, e entretanto foi ficando guardado e guardado e guardado. Até agora.Demorei algum tempo a lê-lo, não por causa da língua, mas porque tinha bastante factos que eu ia sempre verificar (curiosidade de bióloga).Não é um livro técnico, e também não o catalogo como um livro de divulgação cientifica, mas devido ao tipo de informação que possui é nesse campo que este livro pertence. O livro até poderia ser considerado de auto ajuda, porque ele começa com uma pergunta e todo o livro é uma revisão de como o tema da pergunta é resolvido ao longo do planeta em que nós vivemos, e no fim deixa-nos a pensar como resolveríamos caso alguém nos colocasse essa pergunta.O escritor, Bernd Heinrich, recebeu uma carta de um amigo e colega de trabalho que lhe foi diagnosticado uma doença e ele sabia que mais tarde ou mais cedo iria morrer. Mas como ecólogo e entendedor do que é a vida e como devemos respeitar o que nos rodeia, não queria ser enterrado de acordo com o estipulado nos enterros convencionais. E ele pergunta ao amigo que sugestão lhe dava. O  escritor então percorre ao longo de vários ecossistemas e situações, que ele próprio presenciou, como a morte é vista no mundo animal: não um fim mas um novo inicio, pois pertencemos a um ciclo. Nós humanos, que somos quase uma excepção ao ciclo natural da Terra em vida, pois nem temos predadores (quando morremos "caçados" por outro animal é por acidente...) mesmo em morte somos excepção. Interrompemos o ciclo de renovação.É um tema controverso, que me levou a várias discussões. Nós humanos, precisamos de saber que aquela pessoa que morreu está ali, mesmo que inanimada. É uma relação de "porto seguro". E por isso faz confusão, principalmente quem é religioso,querer fazer parte do ciclo natural da vida. Este livro ainda teve um impacto maior em mim pois quando o estava ler, foi quando o meu Prince morreu. E o que me fez pensar que tinha ali uma hipótese de lhe dar uma segunda vida, se eu não seguisse as vias normais. E foi o que fiz.O escritor, apresenta-nos vários cenários e várias histórias: desde escaravelhos no Maine, a escaravelhos em África; corvos e raposas no Maine; carcaças de Baleia; como a morte de uma árvore é importante que se mantenha no sitio onde caiu. Aconselho a lerem este livro pois tem bastante informação, e não recomendo porque sou bióloga e acho interessante, mas como pessoa, acho que nos dá uma boa perspectiva da variedade de vida, que temos neste mundo, e que devemos respeitar.Adicionalmente, foi dos poucos livros de divulgação científica que no final tinha: uma lista de recomendações de outros livros sobres os vários temas que ele falou; os artigos e livros que ele leu para a preparação do livro, e um glossário.Eu em português não o vi traduzido ainda, eu comprei na minha sempre Book Depository, aqui. Acho que até a própria e contracapa chamam a atenção.11141299_481511385338138_4884935056440202847_nSinceramente,

Sofia G.


BLOGGER
Sou a Sofia Gonçalves. 29 anos. Curiosa sem fim, exploradora de livros, advogada de boa comida, gestora de estados ansioliticos, caçadora de sonhos, escriba escrava da palavras da minha cabeça, pajem dos meus animais.

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