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The Daily Miacis

Waffles aux Coco

As waffles (saudáveis!) são as minhas novas amigas naqueles dias que tenho fome, ou que diz que fiz um treino intensivo. E como adoro coco ralado que estava no armário parado, e tinha morangos, alterei uma receita que tinha e fiz uma waffles de comer e chorar por mais. O chocolate é opcional, óbvio, mas eu usei cacau puro magro, que sem açúcar é uma tristeza, amarga em demasia. Quem gosta não é mau, e sabe bem na mesma, mas não é a mesma coisa que o chocolate de leite. Guloso vai ser sempre guloso!IMG_0074Waffles de aveia e côco

  • 30 gr flocos aveia
  • 20 gr côco ralado
  • 1 ovo
  • 90 ml leite de aveia/ côco
  • 1 colhe chá aroma baunilha
  1. Misturar todos os ingredientes, com a ajuda de uma varinha mágica
  2. Colocar na máquina de fazer waffles, com o mínimo de gordura.
  3. Num tacho à parte, colocar 50 ml de leite e acrescentar cacau em pó puro, a gosto (ele dissolve muito pouco, portanto uma colher de sobremesa chegará)
  4. Servir com as waffles , e colocar morangos cortados em cima.

Saboreiem! :)

 Sinceramente,Sofia G.

Green Taffeta by Elite Paris

Já há mais de ano desconfiava que fazia alergia à maquilhagem, porque sempre que me maquilhava, no dia seguinte ou tinha um olho inchado  ou uma parte da pele irritada. Comecei a fazer experiências, hoje uso só este lápis, amanha só esta sombra a ver o que me afectava. Não penso que seja um tipo de maquilhagem em especifico, mas de qualquer forma resumindo: faço alergia quando a minha pele se lembra. Contudo, tenho cuidado no que compro porque não quero arriscar muito. E, quando vi ainda no ano passado maquilhagem da Elite Paris no Showroom Privé, aproveitei pois considerei e muito bem, que a minha pele não iria reagir. Já vos falei aqui do primer, mas agora vou falar das sombras depois de várias utilizações e combinações.

Tenho de admitir, sou uma naba no que toca a maquilhagem. Fui à pouco tempo a uma aula de auto-maquilhagem dada por uma revendedora da Mary Kay, e aprendi truques básicos, mas que para mim foi como descobrir a pólvora. Até que a senhora disse algo que equivale para tudo "é treinar menina, em casa pinte-se, borre-se, até acertar". E lá tenho me entretido de vez em quando.

IMG_9910Escolhi a palete 6 green taffeta da linha Haute Couture, porque das escolhas que tinha, pareceu-me a que me dava duas opções: uma maquilhagem mais neutra para o dia a dia, e uma maquilhagem mais arrojada para um evento. Tem um castanho claro, um verde claro, um azul quase cinza, e um cinzento forte. A textura é acetinada, e como diz na embalagem, realmente duram sem desvanecer durante muito tempo, e eu sou uma pessoa (mesmo pintada) que mexo MUITO nos olhos. E para eu dizer que duram bastante é porque realmente resistem. Com as cores claras, consegue-se um look mais natural para o dia-a-dia, no entanto, é o único senão, penso que tem um bocadinho de nada de brilho a mais. Contudo, penso que é uma questão da quantidade que se coloca no olho, pois o castanho brilha bastante, mas se ao colocar este como base, colocar-se só um pouco, o verde já não vai brilhar tanto. É uma sombra que espalha muito bem, demasiado bem para uma mão destreinada como a minha.

IMG_9914Foi a minha primeira experiência com esta marca e estou a gostar de tudo o que comprei. Da próxima vez escolherei outra palete, para fazer outras misturas, que já estou a ficar um pouco farta de usar as mesmas.

Sinceramente,Sofia G.

Estrelícia Inocos da Inoeh

Remetendo ainda ao que se passou na Expocosmética, dos brindes que tive, e nem reparei no que me deram na altura, houve um que acertaram em cheio, e foi no stand da Inoeh, que tive mais pena não consegui estar direito porque estava sempre cheio, e eu não gosto nada de estar a ver as coisas e ter gente a empurrar-me, ou em cima de mim.

Lembram-se de eu no último post  de nails ter referido que a Purple até agora era a única marca que tinha o tom de vermelho que eu gosto? Retiro o que disse, pois a Inoeh sem me conhecer deu-me exactamente esse vermelho.

IMG_0077Primeiro vou falar da marca, Inoeh, porque eu sou apologista considerar bem e elogiar o que é nosso. Inoeh é uma marca portuguesa recente, criada em 2010, e tal como eles dizem, mesmo em época de recessão há que lutar ao ser empreendedor e por isso tem que se trazer algo inovador. E de fato, vemos isso nas linhas diferentes que eles têm de vernizes. Os tons são variados, e realmente, remete bastante para o gosto das mulheres portuguesas, pois os vernizes Inocos são, e cito "concebido para homenagear a cultura Portuguesa, sem esquecer as exigências da mulher contemporânea".O verniz que eu tive é da gama Cremoso e chama-se "Estrelícia". É um vermelho vermelho, é a tonalidade certa deste verniz, e por isso acho que o nome não é o mais correto que eu estrelícia não associo nada a este vermelho, aliás associo mais ao laranja. Embora a base e a top coat  que usei não seja deles, porque volto a repetir, não consegui ver quase nada do stand, gosto da tonalidade do verniz e da sua textura e consistência. Enquanto os vernizes que são mais consistentes, mais polposos por assim dizer, são mais rápidos de aplicar porque basta uma camada para a unha ficar pintada, a pintura da unha pode tornar-se um pouco complicada porque o verniz não espalha tão facilmente e por vezes pode demorar bastante mais a secar, que é o caso da Purple por exemplo. Os vernizes mais líquidos, como no caso deste da Inoeh, é mais rápido de espalhar (que também pode levar as mais erros, nomeadamente verniz na pele), mas precisei de duas camadas para ficar bem, e talvez uma terceira camada não sei se ficaria mal de todo. Também tenho de referir o pincel do verniz, que abre facilmente e era fácil de controlar. Gosto do resultado final, embora eu seja suspeita porque adoro a tonalidade, mas gostei da rapidez com que coloquei o verniz, como secou, e mesmo a escrever logo no computador, tirar fotografias, mexer em papéis, ainda não tenho marcas ( o que para mim é uma situação win-win).Penso que este vai ser um verniz que vou utilizar muito e já estou a ver também a ser me roubado. E já ando a namorar outras cores da Inocos! :)Sinceramente,Sofia G.

Com a Sieira na mão

Se há coisa que a crise trouxe de bom, embora por motivo mau não posso deixar de sublinhar isto, foi a recuperação de antigas modas, costumes e tradições. Aumentou a nossa consciencialização do consumo elevado, levou-nos a alimentar a criatividade no que toca a reutilizações, e a aceitar de novo velhos itens que ainda há uns 6 anos as pessoas ririam-se à força toda. Eu sempre fui uma fascinada em objectos antigos, ainda antes desta moda (nem vos digo o que encontrei no outro dia, estou mesmo aflita para vos mostrar quando estiver boa). Mas aí está, dantes chamavam-me parola. Agora dizem "É mesmo engraçado não é?" (como as nossas opiniões mudam facilmente). Sendo uma orgulhosa Vianense e minhota, cá em casa não falta a toalha com os desenhos tipicos do lenço do namorado, a toalha com o galo de Barcelos já existiu, tenho a minha bolsa à lavradeira, e os lenços. E mais uma quantidade de objectos tipicos. Mas faltava-me algo que tive quando era pequerrucha, e que agora voltou à baila aos poucos e poucos: a sieira de junco, a saca de ir ao mercado como eu digo.

IMG_9980IMG_9979Eu comprei em tamanho mini, mas honestamente acho que vou comprar o tamanho grande também. Acho-a mesmo pitoresca, engraçada e um pedaço de tradição e história que levo na mão. Não é uma bolsa que leve para todo o lado, aliás ainda só a usei uma vez, e por várias razões: se chove não vale a pena levar, como não tem fecho temos que estar mais atentas, e não combina com tudo. Mas gosto dela e está pronta para quando a quiser usar. Quando for para algum lado pintar, talvez seja esta a minha bolsa para levar os pincéis e todo o resto do material. Em tamanho grande também dá para ser utilizada como uma cesta para piquenique, ou mesmo para ir às compras uma vez que agora com a falta dos sacos de plástico, utiliza-se outras vias. Eu ainda hei-de ter uma cesta daquelas que abrem dos dois lados como as da Anita Picnic, que tenho uma fixação desde sempre, mas um dia uma delas será minha.Sinceramente,Sofia G.


BLOGGER
Sou a Sofia Gonçalves. 29 anos. Curiosa sem fim, exploradora de livros, advogada de boa comida, gestora de estados ansioliticos, caçadora de sonhos, escriba escrava da palavras da minha cabeça, pajem dos meus animais.

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