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The Daily Miacis

Cuide-se Bem Erva doce da Boticário

Quem lê este canto da Internet, dentro dos infinitésimos que existem, sabe que eu adoro cheiros quentes em cremes. Mas também sabe que eu gosto de cheios limpos, e fora do vulgar. E é assim que experimentei o hidratante Cuide-se Bem de Erva Doce da Boticário.

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Como é habitual dos produtos da Boticário, o cheiro encanta logo, mas a qualidade do creme também não fica atrás. É um creme com uma textura fácil de espalhar, e que deixa a pele com um toque aveludado depois de colocado, não ficando a pele com aquela sensação pegajosa. A hidratação é média, pois hidrata bem na hora, mas para a minha pele não realiza uma hidratação de 24 horas. Noto mais a presença do crema na pele, no hidratante de Amêndoa que o da Erva doce. No entanto, noto a pele mais macia quando aplico o de Erva Doce.

O cheiro a Erva Doce, pode ser um cheiro que muitos pensarão "Vai cheirar a remédio". Sim associa-se, mas eu associo mais à erva de cozinhar que gosto tanto de colocar por exemplo no peixe. E o cheiro não é forte o sufeciente para associar a um remédio.

O aplicador como já referi é prático, e os produtos que constam na lista de ingredientes estão dentro do aceitável, para um produto não totalmente orgânico.

Finalizando, considero este creme, como um hidratante base bom tanto para Verão como para Inverno pelo seu cheiro que é fresco no Verão e no Inverno tem toques quentes, e pela textura do creme que é facilmente absorvida mas que também hidrata bem a pele.

Esta embalagem traz 400 mL de produto e custa 9,99€.

Sinceramente,

Sofia G.

Sorteio Colares

Depois do desabafo de ontem, revolvo dar-vos uma prendinha para celebrar a minha "linha" de colares (até pareço gente importante!). Feitos por mim, e com muito amor, fica aqui alguns dos que tenho para vender. Mas quero dar a prenda a uma leitora sortuda!

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O colar a ser sorteado, será o primeiro, com a roseira, como forma de celebração do Verão!

As regras são as seguintes:

- Fazer "like" na página do facebook The Daily Miacis

- Fazer um comentário no post com o colar que gostam mais

- Publicar o sorteio em público e identificar 2 amigas

- Enviar e-mail para thedailymiacis@gmail.com com os vossos dados (nome de facebook, contacto de e-mail) e o link de partilha

Peço desculpa pelo incómodo de enviarem para o e-mail os dados, mas o rafflecopter estava a dar erro e não ficava o quadro no post. O concurso estará activo até ao dia 31 de Julho, porque depois entra Agosto (eheheh! brincadeira!). O vencedor será escolhido aleatoriamente pelo Random.org, sendo que a ordem de entrada será consoante a ordem de entrada nos comentários. No dia 2 de Agosto será anunciada o vencedor, sendo enviado um e-mail ao mesmo, que terá de responder no prazo máximo de 3 dias.

Boa sorte a todas! E espalhem a palavra! :)

Sinceramente,

Sofia G.

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Carta da treta da Troika

Proclamação de Raiva

Hoje escrevo um protesto em tom de raiva. Têm sido uns anos merdosos, mas estas últimas semanas têm sido desesperantes. O receber seguido de "não foi seleccionada", ou então o nem receber nada, começa me a criar uma tempestade dentro de mim que não tem solução de acalmar: é raiva, é frustração, é medo, e tudo acaba em tristeza, pura e crua.

Sei que não sou a única, mas sinto me só. Sinto me só nesta luta de conseguir um trabalho, de começar a criar um futuro, ou pelo começar a criar os alicerces para dali começar a construir. Sinto me só, sinto me triste, sinto me raivosa. É triste ver o tempo e o dinheiro gasto numa formação. Eu sei que não é garantido hoje em dia nada, e aprender nunca é tempo perdido,

mas não é ridículo, estarmos num país com imensos formados sem emprego na área, e agora as universidades dão bolsas para ingressar nos cursos que não têm gente, só para não ter de fechar cursos? É que é  completamente ridículo na minha opinião. É triste ter um curso que gosto, tenho prazer, tenho vontade de querer saber mais, e não arranjar nada.  É que para além de ser triste não encontrar, é triste o dinheiro que gasto em cartas enviadas para concursos, as horas perdidas a encontrar anúncios e a responder, é triste o gasóleo gasto em deslocações para entrevistas que na maior parte são entrevistas para "encher chouriço". Já fui a uma entrevista que por questões de politica, rivalidade de câmaras e de apelidos queridos na zona, só estive na entrevista para ser gozada, "porque haveriam de por alguém de Viana quando têm alguém melhor de Ponte de Lima". Mas eu entendo, o senhor estava chateado porque a câmara de Viana recusou fazer a final do Cook Off em Viana porque não considerava nem Ponte de Lima nem Arcos de Viana...

O trabalho é escasso, são quinhentos cães a um osso, e o empregador ainda tem gozo em entrevistar, só para passar tempo, quando na verdade já têm quase o candidato escolhido. Como uma entrevista para uma bolsa que fui, não sei porquê quando eles pelo CV (e fazem a avaliação curricular) vêem o que pretendem, então escolhiam logo em vez de chamar as pessoas, para depois na preferida dar mais um valor pela entrevista. Maior parte das vezes que fui recusada, foi por falta de experiência, quando até na maior parte das vezes até tenho uma boa avaliação curricular. Mas como não tenho experiência "Addio, adieu, aufwiedersehen, goodbye". O que se torna num ciclo vicioso, porque se NINGUÈM ME DER A PORRA DA OPORTUNIDADE, como raio vou puder apresentar me a algum lado com experiência?

Depois vem a questão do tenho formação a mais que nem para lojas me querem, sim acontece isso. Nem para administrativa, nem para o raio que parta. Sim estou triste, e sim sei que há soluções, mas por enquanto era um trabalho no curso que tirei porque tenho gosto, sou boa no que faço e quero aprender mais.

E a raiva que me mete mais, é que quem me rejeita nem sabe o que perde. Não é ser convencida, arrogante nem nada do género, mas sei que não encontrariam tão fácil uma pessoa dedicada, empenhada no trabalho, curiosa e organizada, sempre com a cabeça à frente a planificar, e a pensar como diversificar. O que me provoca mais raiva...

Sim estou triste e não posso baixar os braços. Mas hoje o que me apetecia fazer com os braços era apertar uns pescoços... Se existisse uma guerrilha para vingar este país hoje fazia a promessa de ser o lutador número um para limpar este país de inúteis que nem no passado, nem no presente e nem no futuro (porque muda o logo, mas a acção vai dar sempre à mesma coisa...). Culpo me a mim pelas opções tomada, mas também culpo este país porque não dar soluções viáveis, nem fazer planificação correta.

Aqui fica o desabafo de uma raivosa.

Sinceramente,

Sofia G

Matine #13

Já há algum tempo que não fazia um matiné. Tenho andado a atualizar as séries (gente desocupada dá nisto... )e por isso os filmes ficam assim um pouco atrás. No entanto desde o ultimo matiné já tenho alguns filmes para falar, breve resumos.

Testament of Youth (2015)

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Inspirado no livro das memórias da personagem principal do filme, Vera Brittain, Testament of youth retrata a evolução de toda uma geração jovem britânica desde o pré, até ao pós primeira guerra mundial. Vera Brittain, filha numa família com alguma riqueza, rebelde e sonhadora, pretende entrar em Oxford, tendo conseguido convencer o pai e realizado o teste de admissão. Pelo caminho apaixona-se pela personagem do Kit Harrington, algo que ela nunca pensou que fosse acontecer. Mas tudo muda quando a primeira guerra mundial rebenta, e então começa a ver-se toda uma geração inocente, a ir ao encontro da guerra, sem ter bem ideia do que isso significava. Vera, foi a que mais sofreu, vendo todos os que eram amigos dela a morrerem, e ela própria a ir para a linha da frente para conseguir salvar os que mais pudesse e estar perto do irmão. Foi aí que ela também foi enfermeira, tratou dos alemães feridos. Quando se dá a vitória da guerra, vemos Vera a assimilar por tudo que passou, e com dificuldade a reingressar nos estudos,  e os sonhos que tinha de ser escritora já não têm o mesmo significado. O filme acaba com um relato do que aconteceu a Vera após guerra, sendo que ela tornou-se numa grande pacifista. Tirando alguns pormenores, como o filme ser demasiado ídilico, embora eu pense que seja talvez essa a ideia que queira ser passada, acho demasiado para um filme de guerra. Mas é um bom filme que demonstra como uma geração pode ser completamente alterada, ou não...

Terminator Genisys (2015)

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Bem, eu nem sei como começar a dizer o quão errado Terminator Genisys foi. O desperdício do talento da Emilia Clarke, as piadas rebuscadas, as referências sempre presente dos filmes anteriores, os paradoxos temporais, mas pior de tudo, de tudo foi... quererem humanizar o terminator Schwarzenegger. Basicamente o resumo desta história, é que estamos no dia em que a Skynet é destruída, pela resistência guiada pelo famoso John Connor,  mas para tudo dar correto o pai do Connor tem que ser enviado para o passado para proteger a mãe, Sarah Connor, para daí nascer o John Connor e recomeçar toda a história. Mas é aí que torce o rabo do porco: quando Kyle, o futuro (passado?) pai do John está na máquina acontece um evento que ele ao presenciar, cria uma nova linha temporal em que a Sarah Connor já sabe tudo, e já é protegida pelo terminator desde os 9. Com o desenrolar da acção, o Kyle tem memórias que ele nunca viveu porquê? Por causa da nova linha e assim, deles viajam de novo no tempo para um ano em que Genisys, o protótipo da Skynet, vai ser lançado e que afinal foi tudo criada pelo John Connor (depois saberão porquê...). E basicamente é luta, pew pew pew, e é tudo destruído. E ficam todos felizes, menos quem viu o filme.

The Jane Austen Book Club (2007)

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Não me lembro bem já como tinha The Jane Austen Book Club para ver há muito tempo e acabei por vê-lo por acidente a fazer zapping na televisão. E gostei! Eu gosto deste tipo de filmes que não são muito conhecidos, lamechas e que falem de livros. Conhecemos logo no início as personagens que vão fazer parte do clube de livro, que é criado como uma forma de apoiar um dos membros que perdeu um cão, mas que para ela era como um filho. E no fim, o clube acabou por se tornar uma forma de ajuda para todos. Basicamente vemos as personagens a desenvolver-se e a identificar com as personagens dos livros da Jane Austen. Mas é engraçado a forma como debatem os livros, e como conseguem quase tornar as personagens reais. Dá vontade de ler todos os da Jane Austen (já li um, só me falta os restantes). O meu resumo não faz jus ao filme, mas não sei bem o que dizer, porque senão digo demasiado, mas o filme também não é muito complicado. São personagens com problemas reais e a lidarem com eles, sendo que o Clube é uma forma de ajudarem a resolver os problemas.  Aconselho bastante.

Woman In Gold (2015)

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Woman in Gold, é um filme acerca de um quadro que sempre gostei e não sabia nada acerca dele, e baseado numa história real. A personagem da talentosa Helen Mirren, é uma antiga austríaca judeu, que na segunda guerra mundial conseguiu fugir, com muito custo, da mãos dos Nazis. Mas que pelo caminho deixou toda a fortuna, todas as lembranças e toda a família. Mas quando uma irmã dela morre, ela resolve reclamar o que é seu. Não fazia ela ideia o que isso implicava, e que acabaria por estar dentro de todo um processo onde teria que se depor contra os interesses da propria Austria, que embora proclame devolver os tesouros aos donos antes da guerra, neste caso isso já não se aplicava. Helen lutou, muito à custa da personagem do Ryan Reynolds, e conseguiu o quadro que retrata a sua querida tia. Tenho de admitir que adoro o estilo da Helen neste filme, linda como sempre. E, este filme demonstra, de uma forma diferente, o que foi a segunda guerra mundial. É toda uma perspectiva diferente porque não é extremista como no caso dos filmes que retratam os campos de concentração que é demasiado intenso, este nesse sentido é mais leve, mas não deixa demonstrar como as pessoas foram despojadas, e como para nós seria dificil ter de tomar as opcções que foram necessárias tomar naquele tempo, e a força que foi necessária para começar de novo.

Ufa, já foram alguns filmes, deixo aqui referências dos outros que vi, que embora não faça a descrição não implica que sejam maus, aliás tem muitos bons como John Wick, Kingsman, The Second Best Marigold Hotel, This is Where I leave you, Mad Max: Fury Road, e claro Jurassic World, que foi uma desilusão autêntica!!!!

E vocês, viram alguns dos filmes? Que acharam?

Sinceramente,

Sofia G.

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Sou a Sofia Gonçalves. 29 anos. Curiosa sem fim, exploradora de livros, advogada de boa comida, gestora de estados ansioliticos, caçadora de sonhos, escriba escrava da palavras da minha cabeça, pajem dos meus animais.

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