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The Daily Miacis

RESUMO NOVEMBRO

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Novembro,

Foste um novembro nublado: tanto foi acontecendo mas nada de muito especial. O tempo passou rápido mas ainda assim olho para trás parece que foi há tanto.

Tinha tantos planos para ti, que acabaram por não se realizar no que pretendia. Alguns trouxeram me tristeza, outros trouxeram me mais ideias.

Inspiraste-me já com projetos para o ano e quem sabe para o ano saio vitoriosa ou pelo menos começo as ideias que tenho. Para já, passarei 365 dias com o Poirot e a Marple.

Foste agridoce no final, muito agridoce. Mas também trouxeste muitas noticias boas, dos amigos que não estando aqui perto, estão dentro de mim. 

 

Contigo veio o frio, aquele que faz o nariz ficar gelado. E também o espirito de Natal veio mais cedo.

 

Até o ano, e que venhas mais bem disposto.

 

METAS:

  • Ler para o projeto "Ler os nossos " da Cláudia, e para o Christmas in Books 2017, projeto da SaraTita, e IsauraLi! " Seres Mágicos em Portugal" e o "Ressurgir dos Titãs" foram os que contaram para os dois projetos, mais o "Astérix e a Transiatlântica". Queria ter acabado " A ilustre casa do Sr Ramirez" para o Clube dos Clássicos Vivos, que contaria para o #lerosnossos mas não consegui, que entretanto li também "Alice no País das Maravilhas" para o meu clube Companhia da Tinta, que também contou para o Christmas in the books.
  • Delinear o projeto que tenho de bordar para decorar o escritório lá em cima: tristemente não fiz este. Tenho algumas ideias mas não escrevinhei a sério.
  • Voltar a introduzir corrida no meu dia a dia: outro ponto que falhei. Não corri mas o ginásio vai pegar a sério no próximo mês. Penso que mais para a frente explicarei vos o porquê desta pausa.
  • Arranjar um melhor caderno para o bullet journal: exatamente 3 em promoção no Ikea. Gosto deles :)
  • Planear presentes de Natal: planeados, comprados e só falta embrulhar. A minha ideia dos livros facilitou muito.
  • Planear pequenas viagens: estão algumas ideias que ainda não foram colocadas em acção.
  • Comprar móveis e decoração para o escritório: conta uma mesa que comprei no Ikea no Black Friday? Foi a unica compra por impulso que vi e pensei tenho que ter (porque já queria e estava quase a metade do preço).
  • Delinear projeto leitura do proximo ano.: sim! Já viram que vamos passar 365 dias com Poirot e Marple?

A MANIA DAS MANIAS EM NOVEMBRO: decorações de Natal

 

AQUELA MÚSICA SEM PARAR NO YOUTUBE: este mês NENHUMA! 

 

O QUE ESQUECIA DE OUTUBRO: querer atingir um ponto e não conseguir. Mas eu hei de chegar lá!

 

O QUE MAIS ME EMPOLGA EM DEZEMBRO: não é dificil? NATAL! Boa comida com muita paz e férias que vem logo de seguida que serão cheias de... arrumar.

 

Sinceramente,

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Inspiration // Fetos

Já tinha publicado que por casa, após as obras terminarem, quero plantas no interior. A busca pelas plantas já começou e há uma que me tem chamado a atenção: fetos. Não precisam de grande atenção, maior parte só precisa de um solo húmido, e luz indireta.


Embora com diferentes formatos de folhas, o aspeto ao longe é quase sempre o mesmo: um leque de ramos verdes com umas folhas mais ou menos encaracoladas. Os fetos para mim, na faculdade, ganharam todo um significado diferente. Embora estudá-los foi um pouco aborrecido, eles mostram o ínicio das plantas vasculares, das plantas com algum porte, com xilema e floema. Para mim são um marco evolutivo na história do nosso planeta. Nalguns locais do nosso país ainda exemplares deste grupo de plantas que são reliquías, como em Valongo.

Por isso, para mim tem todo um significado ter essa planta dentro de casa. E já para não falar que dá um ar mais aconchegante à casa. As opções de decoração com fetos baseiam-se quase sempre em vasos pendurados, ou vasos grandes. Mas dentro das opções que o pinterest oferece, encontrei umas engraçadas. A minha favorita é a da redoma.

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 E vocês, têm fetos por casa?

 

Sinceramente,

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Como e Porquê - Oferecer Livros | Natal 2017

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Quando li sobre a tradição natalicia dos Islandeses, ficou em mim o sonho de como gostaria que essa tradição existisse por aqui. Essa tradição é o chamado "Christmas Book Flood" em que na véspera de Natal, eles oferecem livros a outras pessoas e nessa noite ficam acordados a ler um livro. Para mim é uma tradição linda: estar ali na paz da casa, no quente, depois de um convivio bom com a familia, a ler uma história que nos acalme a cabeça.


Este ano, como não andava muito inspirada e nem com muito tempo, para procurar presentes especifico para cada pessoa, pensei "É este ano que vou praticar o Christmas Book Flood". Então decidi, este ano vou dar cultura aos outros, vão dar outras vidas a outras pessoas. Já tinha esta ideia há umas semanas, e o Black Friday na Wook ajudou me bastante (isso e comprar os primeiros livros para o desafio 365 dias com Poirot e Marple). Comprei livros para (quase) todas as cabeças na minha lista de presentes - incluindo eu. Existem algumas excepções: porque sabia o que ia dar e sei que o livro para elas têm pouco valor. Ou era algo específico ou então não dava um presente, dava algo para elas encostarem num canto. E qual é o meu moto? "Nunca oferecer por ter de dar".

 

Só tem vantagens oferecer livros:

  • É cultura: seja de que tema for, estamos a oferecer cultura, e conhecimento. Só isso dá um valor insubstituivel ao presente.
  • O livro nunca sai de moda: nunca vai estar demodé a capa ser castanha,  ou não ter franjas, ou ser pequena.
  • O livro não tem garantia: porque sem muito trabalho, dura uma vida.
  • O livro nunca deixa de ter utilização: quando acabas não fica inoperável como um batom, um frasco de perfume ou um collant rasgado. Podes guardar e voltar a usar, vezes sem conta. 
  • Facilmente personalizável: encontramos livros para todos os gostos, mesmo os mais refinados, nalgum canto da internet existe um título que responda àquele gosto. Gostas de história? Tens história de literatura, história de mitologia, história história. É só escolher.
  • Preços para todos as carteiras: o mesmo livro com o mesmo título pode ter uma edição de 10, como de 20 ou de 30 euros. 
  • Fáceis de embrulhar: não tens jeito para embrulhos? Os livros são da coisa mais fácil, isso e caixas de chocolate (excepto aquela pirâmide da Ferrero Rocher, quando trabalhei no balcão de embrulhos era o meu némesis).
  • Ofereces sentimentos: ofereces memórias, ofereces sonhos, ofereces esperança, ofereces amor, medo, emoção. Tudo isso num livro.
  • Não precisam de pilhas: sabem quando damos um objeto que para funcionar é preciso pilhas e no Natal não têm nem uma pilha em casa e está tudo fechado? O livro pode ser utilizado no momento em que é aberto.
  • O livro não tem opções errada: não existe o problema de ser tamanho S ou L, ou cor amarela ou preta. 

 

Será que vos dei razões suficientes?

 

Sinceramente,

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O que tenho lido #6

 

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"As Crónicas de Amindrus, Bérnia, e Efende -  O Ressurgir dos Titãs" era um livro que há algum tempo desejava ler, e foi com a Chiado Editora que tive essa hipótese.

 

Faz algum tempo que não lia um livro de fantasia que me agarrava, que me dissolvia na história. R.C. Vicente criou um mundo de fantasia, com algumas influências externas, mas totalmente novo, etomologia de nomes novos, conceitos novos. Temos uma escrita orgânica, simples e bem definida, tão envolvente na história que nos absorve. Facilmente percebemos o que está no redor da história, o que as personagens sentem, personagens essas que são tão complexas, com camadas, que vamos desfiando à medida que a história desenrola.

 

O livro começa com uma descrição do mundo e da criação do mesmo. Esta parte é a que eu menos gostei e passo a explicar porquê: entendo a lógica da explicação de certos conceitos que aparecem na história, e conhecer toda a dinâmica. Contudo, o pormenor e a quantidade de informação é tanta que é complicado abstrair-mo-os e compreender toda a arquitectura. O mundo que a escritora criou é tão complexo e tão bem construido na mente dela, que é complicado compreender e absorver todo o detalhe.

 

A partir do momento que começa a história, é estranho os primeiros parágrafos. Conhecemos personagens novas, que inicialmente são descritas com o nome delas mais a linhagem onde elas pertencem, algo que no inicio é normal, é dificil de criamos empatia. Conhecemos a premissa onde vai girar parte da história. E quando tomamos consciência já estamos tão absorvidos na complexidade da história que faz parte de nós. 

 

A intriga, a história de amor, a luta das familias, o preconceito, a mistica e a magia, embala-nos na vida de Maximiliano, Gabriela, Helena, Bóris, Daereque, entre outras.

Maximiliano é aquela personagem que primeiro estranhamos, e depois entranhamos. Deixem que vos diga, já não ficava fan girl de uma personagem há algum tempo. Apaixonei-me por Maximiliano!

E que final! Nunca diria que a história se iri desenvolver da forma como acabou. 

Fico orgulhosa em dizer que temos bons escritores de fantasia portugueses, e a R.C. Vicente é um dos bom exemplos disso.
Esta leitura foi outra participação no projeto #lerosnossos da Claúdia.

 

Sinceramente,

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BLOGGER
Sou a Sofia Gonçalves. 29 anos. Curiosa sem fim, exploradora de livros, advogada de boa comida, gestora de estados ansioliticos, caçadora de sonhos, escriba escrava da palavras da minha cabeça, pajem dos meus animais.

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