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The Daily Miacis

RESUMO JANEIRO

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Janeiro, trouxeste contigo aquilo que eu andava a querer desde o Verão passado. Finalmente as obras acabaram. Agora já só falta deixar o pó pousar e descansar porque preciso. (quanto é que falta para férias?).

 

Não foste um mês fácil, mas vai daí que nenhum mês o é, nem o Agosto. Fiquei doente graças à vacina da gripe, vi que o meu acne, depois de tudo despistado era só mesmo acne, e portanto estamos a tratar disso agora. A minha força de vontade no que toca à dieta está ferrea. Só é pena a balança não ajudar a dar mais optimismo... A minha carteira ficou mesmo vazia este mês mas tenho um ano para encher.Trouxeste esperança e novas expectativas, e que espero conseguir alcança-las este ano. Vontade não me falta, algumas já entraram em acção, faltam as restantes. E, o melhor de tudo, foi neste tempo final a vontade que me voltou a dar para: pintar. Sim pintar.

 

Comprar móveis e decorar o escritório - Finalmente! Esta meta está por aqui há muito tempo. Estou de rastos bem como a minha carteira, mas está a ficar ao meu jeito.

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Informar-me acerca de tratamentos dermatológicos para o acne - Informei-me mas depois de ter visto que eram um algo agressivo para a cara (e a carteira já tão gasta dela) resolvi mesmo deixar me de coisas, e ir ao dermatologista. Chegamos à conclusão que era mesmo idiopático, e que é normal aos 30 anos as mulheres terem uma crise de acne, mantendo-se entre 5 a 10% delas. Espero não ficar nessa percentagem.

Começar o projeto 365 dias com Poirot e Marple - Sim, e tem corrido às mil maravilhas. Estava com medo de não conseguir manter o ritmo, muito mais com as obras, mas são livros facéis de ler, e rápido. Adoro ler Poirot, aquela maneira extravagante dele encanta-me. Participem também, são boas leituras, com inicio e fim evidentes, acabamos por ficar sempre na dúvida até que no final fica tudo resolvido, todos os pequenos pormenores. É quase como contos, por assim dizer

Re-começar a dieta alimentar para pelo menos não ficar um marshmallow andante - Nada como o inicio do ano para começarmos com o impulso todo. E tenho comido mesmo mesmo. Low carb, não tenho tido deslizes durante a semana  do género só-hoje-que-correu-mal-o-dia. A balança no inicio desceu mas agora já nem tanto. Depois falarei disso.

Acabar a colecção de selos  do Continente para os peluches Star Wars - Já tenho para quase todos. A ver se tenho um a mais para dar ao Chewie.

Se houver neve perto, dar um pulo - Foi o único que não fiz até porque penso que aqui perto não nevou. Que tenha visto não nevou em Castro Laboreiro.

 

A MANIA DAS MANIAS EM JANEIRO: E este fim de semana já vai dar para arrumar'

 

MÚSICA SEM PARA NO YOUTUBE:"Zombie" The Cranberries

 

O QUE ESQUECIA DE JANEIRO: o quão longo este mês consegue ser.

 

O QUE MAIS ME EMPOLGA EM FEVEREIRO: posso dizer o feriado? é que preciso mesmo dele.

 

Sinceramente,

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Home Improvement - Canto de Leitura

Durante estes últimos meses sempre que falava de obras sentia me no papel do Tim Allen no Home Improvement: posso vos dar uma aulas acerca de cimento, pladur, aquecimentos, etc, etc. Mas teve dias que me sentia como o vizinho louco dessa série: sentia que estava a coscuvilhar a casa alheia, pois não me sentia na minha casa nem via aquilo a ficar como eu pretendia. A coisa correu pelo melhor, e não, não ficou como eu imaginava mas o resultado final não foi mau, pelo contrário, foi muito bom.

Obras tem disto e quando o objeto base não tem das melhores qualidades, a surpresas multiplicam-se por mil. Mas nada que uma cabeça fria, prática e muita, muita paciência resolva. E claro, dinheiro porque neste mundo não vivemos sem isso.

 

Uma das partes que eu mais queria era o escritório, porque estava farta de ter as coisas todas atafulhadas lá em baixo, sem organização sem espaço. É verdade que pelo caminho destralhei várias coisas, das minhas e do local onde está agora o escritório. Sabem aquela secção da casa que durante gerações das vossa família serviu para acumular tudo aquilo com que não queriamos lidar? Pois, imaginem todo um andar disso, desde o tempo que a casa foi construida. Limpar foi uma obra, remodelar foi outra obra, e mobilar está em andamento (não nos esqueçamos da crise do sofá).

 

Ainda assim, estou contente e orgulhosa porque a minha ideia era fazer uma parede triangular toda cheia de prateleiras para encher com livros. Contudo com o pladur não deu. No momento em que conclui isso fiquei triste porque não conseguia calcular muitas soluções para aquele espaço em que não sobrasse espaço vazio em que não caberiam móveis. E pensava eu na altura que os meus livros não iam cabar na solução que eu tinha em mente. Sorte a minha ter resolvido, na dúvida encher o escritório com Kallax de 4x2, porque ficaram uma maravilha, e afinal não tenho assim tantos livros. Estou chocada, tive alguns anos de contenção por falta de espaço e aparentemente não tenho tantos quanto eu bradava e o meu namorado se queixava (também já teve a deixa que afinal preciso de mais livros pois não tenho muitos). E para finalizar, as minhas horas dispendidas no pinterest deram fruto num canto de leitura, com alguma decoração, nada de muito fancy, clean e na moda. 

 

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P.S.: Aquele boneco do Totoro não é bue da fofo?

 Tenho mais uma estante que está a ser decorada, e nessa tenho a minha colectânea dos Astérix. No entanto, não vou conseguir expor a minha colecção de livros da Disney. Esses são mesmo muitos, duas caixas do Ikea, e não estou a ver local para os colocar. Penso que terão de continuar sem ver a luz do dia.

 

Sinceramente,

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Bitaite da Sexta #33

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Lembram-se da semana passada que comentei que, ia desfazer a desarrumação e começar a colocar tudo direito no escritório? 

 

Eu bem que tinha intenção. Mas só conseguimos colocar o essencial: uma secretária, uma TV, puffs e a poltrona da loja Sueca. O sofá? A essa peça maravilhosa, que demoramos algum tempo a escolher, e depois de encontrar um bom na cor não perfeita mas que encaixava, confortável como tudo, e a um preço nada de muito exorbitante, o sofá não consegue passar no último lance de escadas. 

 

Sabem aquelas cenas de filmes cómicas em que alguém pensa que aquela comida boa ou peça de luxo é para elas mas afinal é para a pessoa ao lado? E começam a chorar por dentro? Era eu há medida que por duas vezes vi dois sofás a não cabarem e voltarem para a carrinha de transporte. 

 

E agora? Agora é remediar com o que temos: puffs e poltrona.

 

SInceramente,

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Hair care // Salvador de nós

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Vou vos confessar algo. Em Dezembro, logo nos primeiros dias, dirigi-me à minha cabeleireira, totalmente invicta que cortava o cabelo naquele dia. Já tinha corte escolhido e tudo. A minha cabeleireira apesar de muita relutância, aceitou porque sabia qual era o meu problema com ele e, lá começamos. Contudo, nessa minha ida estava marcado lavagem de brilho (não me lembro do nome técnico) e madeixas, que foi o que se fez primeiro. Depois de muito, muito tempo e o meu estômago já a roncar com a fome, chegou a hora de voltar a sentar frente ao espelho e começar a pentear para cortar. 

Qual era o meu problema? Os nós. O meu cabelo não é o mais glamouroso de sempre, e dá me muito trabalho: raiz oleosa, pontas secas, e todos os defeitos de um cabelo encaracolado menos os caracóis. Mas para além disso é muito instável: hoje tenho um cabelo estilo afro anos 60, amanhã tenho o assapado sem forma nem penteado. Mas eu gosto dele, com muita, muita (inspira), muita paciência consigo ajeitá lo e se fosse rica e pudesse, uma cabeleireira a pentea lo todos os dias: tinha o cabelo mais lindo de sempre. 

A minha realidade é lidar mesmo com os defeitos dele e por isso, ao longo destes meus anos sempre me fartei rapidamente dele: já passei por várias cores e misturas com madeixas e cortes. O corte sempre foi o meu refúgio quando os defeitos do cabelo começam a ser problemáticos. Mas desta vez, para além de ter prometido a mim mesma que até aos 30 não cortava mais o cabelo, não me lembro de o ter tão comprido, loiro como sempre quis e não estar todo descolorado, e a gostar dele. Tirando os nós. Os nós eram um problema, porque com madeixas, o cabelo parte muito facilmente, e quando se lava o cabelo, as pontes de hidrogénio que formam a forma 3d do cabelo e todos os seus trejeitos, estão instáveis e por isso, facilmente partimos o cabelo. Quando queremos que ele cresca e saudável isto é algo que não pode acontecer.  Por isso, eu saia do banho com rastas de nós e tentava depois de o cabelo um pouco seco começar a pentear. Mas era muito díficil.

 

Nesse dia em que ia cortar o cabelo, demoramos 20 minutos para tirar os nós, porque quando se faz madeixas o cabelo fica um extra mais seco. Depois do cabelo todo esticado, e começar a ver as tesouras fora, comecei a ficar com dúvidas. Coisa que, em questões de corte, nunca me aconteceu. E comecei a dizer eu gosto dele comprido, e a minha cabeleireira a dizer e ele está tão bonito. Mas e os nós, senhor? E os nós?

Ficamos em compromisso. Ainda não era desta vez que ia cortar o cabelo. Ia experimentar usar os menos novos amigos: uma Wet Brush e " Meus Caracóis Intensos" da Novex. Não quero outra coisa.

 

A Wet Brush é uma escova, cujas cerdas são tão flexiveis, que tem alguma força para desfazer o nó, mas não o suficiente para forçar o cabelo e partir. Dobram de tal forma que o cabelo vai se mexendo mas não em demasia, e assim pressionar o cabelo a partir. São as escovas para tirar nós per se. Sendo recomendadas mesmo para quem usa extensões.

O produto da Novex adoro porquê? Primeiro, cheira a Verão. Não sei porque coloco aquilo e lembro-me logo de praia. Segundo, posso colocar muito produto, que não fico com o cabelo oleoso. Pode ficar assim um pouco mais dificil de secar, ou com um brilho diferente, mas não fica oleoso. E adjuda imenso a tirar os nós, porque é quase como colocar creme. O cabelo desliza muito melhor.

 

No final, penteio o cabelo molhado e quase nenhum cabelo me fica preso à escova.  Por isso, se vocês sofrem de nós e têm um cabelo forte, quebradiço, recomendo que experimentem este duo. Agora já nem em franjas penso fazer.

 

Quem sofre deste mal capilar? 

 

Sinceramente,

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BLOGGER
Sou a Sofia Gonçalves. 29 anos. Curiosa sem fim, exploradora de livros, advogada de boa comida, gestora de estados ansioliticos, caçadora de sonhos, escriba escrava da palavras da minha cabeça, pajem dos meus animais.

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