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The Daily Miacis

ORGANIZAÇÂO | Google Keep

Eu gosto de organização: listas, agendas, e notas. Mas eu acabo quase sempre por funcionar no dia a dia por notas. Porque embora eu adoro organização não quer dizer que eu seja a pessoa mais organizada. A verdade é que preciso da organização para não ser um caos de pessoa, e para não me esquecer. É que é mesmo para não me esquecer das coisas. Eu posso estar a pensar numa coisa agora, e daqui a 10 minutos essa coisa desapareceu da minha cabeça como se nunca tivesse existido. Por isso notas e notinhas são o pão nosso de cada dia, pelo menos para mim. Por exemplo no meu trabalho, tenho um caderno onde vou apontando o que tenho de fazer que me vou lembrando, vou riscando, e na falta do caderno é papeis e mais papeis em cima da secretária. Em casa já não é tanto assim,  mas o telemóvel compensa isso. 

 

Já mencionei que costumo ter ideias nices para posts, mesmo a linhagem do pensamento e escrita, tudo quando estou a conduzir ou em locais que não posso parar e escrever. Então lembrei me pelo menos enquanto conduzo, gravar por exemplo, ou entao anotar as ideias soltas e depois  quando fosse dia de tratar da agenda editorial do blog, juntar essas notas. 

 

Um dia a falar com a minha prima e amiga do Fairystyle e do Royalness (sapo blog de coisas reais! Visitem, e se adoraram o ultimo royal wedding lá tem muita informação!), ela mencionou o Google Keep.  E bendita a hora que passei a conhecer essa app.

 

É uma app que basicamente funciona a notas. Mas as notas podem ser notas somente, listas, gravações, que ficam todas no mesmo interface. Podemos marcar por datas ou marcar por localização, por exemplo entram no Continente e aparece um reminder a dizer que já estão no Continente têm de comprar papel higiénico e umas frutas para casa.  Podem colocar as notas por pastas, notas do blogue, notas do trabalho, notas da dieta. Tudo isto sincroniza com o vosso Google Drive, o que é bom caso o vosso telemóvel faleça por causa de uma queda (eu sei bem do que falo), e podem ainda ter uma extensão no vosso Google Chrome para marcar coisas para app. Estou bem contente com esta aplicação e tem me ajudado bastante no dia a dia. 

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 E deixo aqui um vídeo em como podem tornar a vossa app funcional.

 

Já conheciam? Já utilizam?

 

PS: não, este post não é patrocinado por nada da Google.

Sinceramente,

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Bitaite da Sexta #47

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Eu sou do tempo em que em Maio, era a loucura das cerejas. A primeira fruta do tempo quente, era como um prenúncio que os dias longos, solarentos e amenos estavam aí. A primeira fruta mesmo doce, que teve o seu tempo ao sol. 

Depois era o tempo dos morangos, montes e montes, a cheirarem nas bancas das frutarias. E daí vinham as framboesas, os pêssegos e damascos. Ao mesmo tempo vinham os melões e as melancias, com aquela água sumarenta e docinha do sol.

 

Estamos em Maio. Ainda não comi nem vi cerejas. Em compensação, já comi um melão e não estava mal de sabor. Morangos? Agora é o ano todo. 

É a fruta que anda louca ou nós que estragamos tudo?

 

A  Vânia fala aqui sobre uma questão que ainda esta semana me debati muito. É que por muito que tente eu nunca vou ser aquela magra, delicada, que as calças são finas e serve. Não, vou ser sempre uma pessoa desenvolvida, e tenho que aprender a viver com isso.

 

Esta semana fiquei a conhecer o que são os Marimo, no blog da Melina. Já conheciam? Tem o significado mais fofo de sempre.

 

Li este post da Raquel do Delirious Beautiful Mind, e senti me bem. Pensei que o meu problema com a leitura do  segundo livro da série Outlander, da Dianna Gabaldon era só meu, por a minha edição ser em inglês, letras pequenas, pouco espaço entre frases, e gaélico. A história lenta associada a isto tudo fez me desistir, mas parece que mesmo em português a acção que decorre em França de facto não é muito apelativa, depois de todo o historial na Escócia, só queremos é voltar para lá.

 

Bom fim de semana!

Sinceramente,

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Quando os chefes são humanos

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 A vida são dois dias certo? E tentamos aproveitar ao máximo o nosso tempo livre: ler, estar com a família e amigos, sair, viajar, descansar a ver TV ou num piquenique. Queremos que o tempo estica mas ele foge nos pela mão, de fininho. Quando estamos no ambiente profissional, a coisa muda. Por muito que seja algo que nos preencha, que gostamos, maior parte das vezes queremos é que passe, para chegar ao tempo de lazer. Contudo, no intervalo de tempo que estamos lá o tempo parece que não passa, e a iminência de episódios é sequencial, de tal forma que já não nos lembramos bem o que aconteceu ontem. A competição existe sempre, e é um constante embater um nos outros, a puxar por cada vez melhor cumprir a tarefa em menos tempo para mais trabalhoconseguirmos fazer no mesmo tempo de trabalho diário ( ou mais quando assim abusamos ou abusam de nós). E no fim desta linha está sempre um chefe.

 

O chefe é aquela personagem mítica como as sogras. Eu penso assim, porque há tanta lenga lenga, anedotas, e outros trocadilhos que tais, há tantas conversas e esteriótipos acerca dessas personagens que qualquer pessoa sem conhecer outra, com uma frase completamente generalista, quebra o gelo e começa a desenrolar tudo o que tinha dentro. E no entanto, como qualquer sogra, também existem bons chefes, e alguns mal compreendidos.

 

Um chefe tem que ser imparcial, e por muito que nos custe ele tem que se afastar a ponto de não confundir relações pessoais com relações profissionais no que toca nas suas escolhas diárias. E no dia a dia, embora com uma piada, uma conversar informal ali, a verdade é que a sequência de trabalho vai passando e a relação também, e daí muitas das vezes, embora possamos ter boas conversas informais, a personagem chefe começa a ganhar um aspeto diabólico. 

 

Mas quando nos apercebemos que apesar de toda a mística por trás dessa personagem, existe um humano, como é que nos sentimos? Esta ideia veio no outro dia no meu emprego. Seria de esperar que já devia ter pensado nisso até porque é uma chamada empresa familiar, em termos de gerência, e não só: o pessoal mais antigo é pilar na formação da empresa porque está lá deste os primeiros suspiros de vida. Mas quando vi um abraço meigo entre um deles e o pai fiquei assim para lá de "ó que imagem fofa". 

 

Penso que eu por vezes possa até ser formal ou fria demais porque estou lá para trabalhar, para fazer o meu melhor ( e por vezes ainda me atrapalho mais porque quero fazer tudo e mais e não dá) e chegar rápido ao final do dia para ter tempo para mim, e acabo por não mandar a piada para ali, ou uma conversa ali. Mas perceber que eles também têm afeto e são humanos, dá nos aquela ideia que afinal eles são gente como nós. 

 

Pode parecer uma conversa talvez ídilica, ou infantil nalgum aspeto, porque estou a dizer que não são gente. Não estou a dizer que eles nem mereciam respirar o mesmo ar que nós, e que são robots autênticos no contexto sentimental, até que eu apesar de tudo, e de ter de lidar com injustiças a vários níveis, não me posso queixar. Mas em termos de ornograma profissional a coisa tem que ser mais formal, e facilmente nos esquecemos que somos gente, e não uma peça de roldana que faz a máquina trabalhar. Para mim perceber isto fez me sentir mais respeito por eles, mas a verdade é que até que pontos nos faz sentir mais próximos e quebrar aquela barreira em que temos de excesso de confiança e abusamos? 

 

Qual a vossa opinião? Começo uma semana laboral a falar de chefes, devo andar mesmo inspirada. Ou, ando é mesmo a suar trabalho pelos poros. Maio é um mês tão complicado. Quando é que chega mesmo Junho, e a Feira do Livro??

 

Sinceramente,

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Bitaite da Sexta #46

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Podia queixar me de muitas coisas em que gasto o dinheiro. Mas há uma que me deixa possessa, fula, fora de mim, e não entendo como é possível. 

 

Ou eu sou muita bruta, nada feminina, ou muito azar porque perco tempo e dinheiro com: collants. Parece que a coisa é genética, porque a minha avó era igual, um collant tinha um lifespam baixissimo. Tenho pares que por vezes são vestidos, mas não chegam a sair de casa, pelo menos nas minhas pernas. Marcas brancas, marcas caras, mais um dia, menos um dia, a coisa vai dar ao mesmo. Um par não me dura um ano.

Qual é o meu problema? 

 

Esta semana foi díficil, não só porque tive muito trabalho e chegava a casa de rastos mas porque não teve feriado 

 

Não consegui ler muito nem andar nem navegar pelos cantos da internet favoritos, mas se há coisa que mais vi pela net foi o trailer deste filme. Quero tanto ler e ver!

 

Bom fim de semana!

 

Sinceramente

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BLOGGER
Sou a Sofia Gonçalves. 29 anos. Curiosa sem fim, exploradora de livros, advogada de boa comida, gestora de estados ansioliticos, caçadora de sonhos, escriba escrava da palavras da minha cabeça, pajem dos meus animais.

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