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The Daily Miacis

RESUMO FEVEREIRO

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Fevereiro foi um mês preguiçoso. Serviu mesmo para a sorna, o descanso. Até porque com uma constipação pelo meio não deu para muito mais. Foi bom por um lado mas por outro foi mau porque me desleixei mais do que devia. Tenho algumas coisas atrasadas como  o bullet journal, e tive preguiça para muitas coisas, como verão mais à frente.

 

Uma dela é pintar/escrever. Não sabem a resistência que tenho com isso. E no entanto tento me inspirar todos os dias, a ver métodos de pintura, de trabalho digital (andei à procura de cursos e tudo), até procuro ideias para fazer de trabalhos manuais. Mas depois custa me. Quero mudar isso, e muito.

Uma coisa é certa: o facto de me sentir motivada, para mim já é um avanço. Há uns meses atrás não pensaria em nada disso porque não tinha esperança, achava que nada me faria feliz e serviria para nada. Agora penso mesmo que sirva para nada ao menos é algo que faço, é algo meu e ninguém mo tira.

 

Foi um mês de descoberta também, como a dieta por muito que faça não emagreço, como da Netflix (sim só descobri agora), como agora já não me incomoda falar de biologia e os casos que tenho ouvido tão perto de mim de pessoal que não arranja mesmo com doutoramento e experiência. Descobri também que tenho uma resiliência dentro de mim, e que quando quero, acorda. Descobri que vou lutar por mudar para algo melhor. E que não perdi a minha ideia de ter um negócio meu e escrever um livro. Cada vez a minha mente está mais povoada por histórias minhas e não minhas histórias a deitar-me abaixo.

 

Acabar de dar os retoques que faltam no escritório (não deixar nada para outro dia) - Ok ainda não está tudo pronto mas mesmo neste mês preguiçoso não foi de todo mau. Tento pelo menos por dia mexer uma caixa do sítio, trocar aquele objeto de local, arrumar esta parte melhor. Assim, por dia, grão a grão, não fica tudo pelo chão.

Planear e desenhar o meu pequeno jardim horticola - Sim! Já comecei a comprar plantas, já tenho outras dadas, e já está remexido o chão. Falta só as plantas maiores que ficarão na parte detrás mas não tive tempo ainda de ir à feira comprar.

Comprar material para a troca/manutenção das suculentas - Não, este ponto passou ao lado mesmo. Espero que este mês tenha um fim de semana livre com sol para tratar das minhas meninas bicudas.

Pintar aguarelas - Não, já voltei a reunir o meu material de pintura. Até comprei outro que me faltava, e começei a rabiscar. Até que, deu a maratona de filmes do Bond, e parei.

Escrever, por amor de deus!- Não, outro que tal, que tenho tudo para começar mas algo sempre me distrai no momento chave.

Voltar às caminhadas pelas aldeia - Fiz algumas! E soube me pela vida. É pena ainda não haver muita hora de sol quando saio do trabalho porque senão saio à hora certinha que é raro o dia em que consigo, não me sobra muito tempo com luz.

Rever metas profissionais - Não foi bem uma revisão, foi mais uma conclusão: não quero continuar nisto. Então já tenho uma lista de locais para concorrer. Quem sabe? O não é sempre garantido e a esse eu já estou habituada.

Descansar - Bem como dito acima, e pela lista das metas não cumpridas deu para ver que estive bem paradinha.

 

Sinceramente,

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METAS FEVEREIRO

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 Fevereiro é uma lufada de ar novo, certo? Esperemos que sim. É aquele mês em que damos uma segunda hipótese a todos aquelas resoluções que dissemos que começavamos a fazer a partir do dia 1 mas até ao 31 de Janeiro não deu. No meu caso será colocar aquelas resoluções que não me lembrei sequer delas como escrever. Infelizmente, não deu tempo. Dou um desconto que finalmente fiz as mudanças e arrumar a casa TODA , teve a sua cobrança no meu tempo bem como na minha paciência.

 

Também, diz por aí, que é o mês do amor (e dos gatos). Para mim é mês de aniversários. O que me alegra mesmo é que há um feriado e o mês é um pouco mais curto. 

 

Vamos entrar no segundo mês do projeto 365 dias com Poirto e Marple, que me está a animar muito. Era daquelas coisas, sabem, que temos na lista para fazer há muitos, muitos anos e que deixamos sempre andar porque "hei de ter tempo para ler mais tarde" e nunca se lê. Vou acabar de ler também "A Filha da Floresta" para a leitura partilha da Mafalda, e "I Robot" para o meu clube de leitura.

 

As metas para este mês carnavalesco são:

  • Acabar de dar os retoques que faltam no escritório (não deixar nada para outro dia)
  • Planear e desenhar o meu pequeno jardim horticola
  • Comprar material para a troca/manutenção das suculentas
  • Pintar aguarelas
  • Escrever, por amor de deus!
  • Voltar às caminhas pelas aldeia
  • Rever metas profissionais
  • Descansar

Estes últimos dois são mesmo essenciais.

 

Sinceramente,

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Clube do Livro Companhia da Tinta - Ciclo Janeiro/Fevereiro

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A leitura para o clube do livro "Companhia da Tinta" neste ciclo de 2 meses é " Eu Robot" de Isaac Asimov. Depois de um empate em 3 títulos, ficou este livro escolhido. Muitos devem conhecer a história devido ao filme protagonizado por Will Smith, com o mesmo título do livro.

Sinopse:

Isaac Asimov alterou para sempre a nossa percepção dos robots quando formulou as já clássicas leis que governam o seu comportamento. Em, "Eu, Robot", Asimov faz a crónica do desenvolvimento do robot, desde as suas primitivas origens no nosso presente até ao derradeiro aperfeiçoamento num futuro não tão distante - um futuro no qual a própria Humanidade poderá vir a ser considerada obsoleta.

Histórias de robots que enlouquecem, de robots que lêem a mente, robots com sentido de humor, robots filósofos, robots políticos e robots que, secretamente, governam o mundo, tudo contado com a mistura dramática de factos científicos e de ficção científica que se tornou a imagem de marca de Asimov.

 

Não é das melhores sinopses mas em inglês ou português, era quase o mesmo, com a adição das 3 leis robóticas. Penso que é um livro interessante, e se participarem na leitura deste ciclo, gostava que pensassem nas seguintes questões: em termos éticos e morais, quando é que acham vamos passar a considerar um robot como um igual a nós? No que toca a leis como de segurança, perante um homicidio por exemplo, ou perante o cuidado de uma pessoa? Como é que vamos passar a considerá-lo imperdivel em termos de "alma" por assim dizer? E quando um robot superar a inteligência humana que é algo facilmente atingível, será que o papel professor-aluno vai inverter? Eu gosto de pensar neste tipo de assuntos, porque parece algo não atíngivel no momento mas penso que não é bem assim, e nós temos um dedinho de papel de Deus no que toca a criação, mas também não gostamos que nos superem. Contudo, quando é que vamos atingir a perfeição na criação que ela vai se tornar igual à nossa imagem?

 

Sinceramente,

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BLOGGER
Sou a Sofia Gonçalves. 29 anos. Curiosa sem fim, exploradora de livros, advogada de boa comida, gestora de estados ansioliticos, caçadora de sonhos, escriba escrava da palavras da minha cabeça, pajem dos meus animais.

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