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The Daily Miacis

O que tenho lido #24+ Maratona Espacial

Gosto quando consigo matar dois coelhos com duas cajadas. No dia 4 de Maio, o dia Internacional de Star Wars,deu para fazer algo "Star Waresco" , ler e participar numa maratona. Vá, não é que eu tenha me esforçado nesta maratona e tenha liiiiiidoooo como uma louca, mas o que conta é que tentei.

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A maratona foi criada pela Melina do canal Melina Sousa, e a ideia era ler livros que tivesse o tema espaço de 27 de Abril a 11 de Maio. E então como não tenho livros que chegue (cof cof), fui roubar a B.D. do namorado e, no dia 4 de Maio, li a colectânea do "Star Wars: Darth Vader" escrita por Kieron Gillen e arte de Salvador Larroca.

 

A história, para quem viu os filmes, decorre entre o primeiro e o segundo filme (os antigos), depois da destruição da estrela da morte. Vader que ficou curioso com o miúdo Skywalker e, um pouco revoltado com o Imperador, resolve fazer um pequeno ato de rebeldia, criando um pequeno exército dele e contratar uma mercenária (embora não fosse bem essa a ocupação dela). O Imperador culpa o de certa forma pela destruição da arma prodigiosa que era a estrela, e re-estrutura o comando do Império, colocando um cientista louco acima do Vader, que por sua vez passa a ter um assistente - uma ama seca por assim dizer. Após vários testes que tem de passar, sem quebrar a confiança do Imperador, defendendo os interesses do exército, incluindo iniciar uma guerra num planeta para aceitarem uma nova liderança mais nova e cumprirem com os requisitos pedidos pelo Império, Vader tenta não ser descoberto. No final acaba por ser traído por todos, mas Vader, como o bad ass  que é resolve tudo - e todos - e ainda fica bem visto pelo Imperador. É impressionante como é uma personagem forte, destemida, impulsiva, arrogante. É que o Vader é um vilão, mas é impossível não torcer por ele, não termos simpatia por esta personagem. 

 

Contudo, a personagem que adorei nesta colectânea foi uma personagem nova, criada durante a história, e que é cómica. É um robot andróide, de protocolo, igual ao C3PO mas cinzento, e que tem um chip de um robot... assassino. E é tão estranho ver um robot que de facto tem prazer e procura torturar as pessoas, é de morrer a rir. Tenho pena de nunca ter aparecido um robot assim nas animações e nos filmes.

 

Gostei e agora quero ler os restante, e quem sabe ler as B.D. todas do Star Wars - o namorado que não lê, já fez isso portanto estou em falta ahaha.

 

Sinceramente,

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Bitaite da Sexta #45

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Já vos confessei que invejo a vida dos meus animais? Geralmente essa inveja atinge o seu pico máximo em duas situações: em dias de muita chuva, e quando acabam as férias e tenho de voltar ao trabalho. Se está calor vão para o jardim, torram ao sol ( o Chewie na barriga é mais moreno que eu); se está frio vêem para casa, e dormem quentes o tempo que querem. Não era a vida boa? Quando reencarnar, quero ser um Chewie numa casa como a minha. 

 

O livro que ganhou para o clube de leitura Companhia da Tinta foi "À boleia pela galáxia" de Douglas Adams. Quem vai participar na leitura e ver o filme? Para discutirmos juntos depois?

 

Partilharam num grupo de leitura em conjunto este vídeo da escritora V.E. Schwab e é superbo! Mostra com toda a genialidade que não tem que exister preconceitos com leitores de fantasia e entre os próprios leitores desse género. Vejam, vale a pena. O discurso dela é meia hora, a restante meia hora é ela a responder perguntas. Mas o discurso é lindo!

 

Este domingo é o dia da Mãe, não se esqueçam de mimar as vossas mães seja qual for o nível de parentesco.

 

E hoje, como não podia deixa de mencionar é, 4 de Maio, dia internacional de Star Wars! Como fazemos sempre, é dia de ver um filme, e eu vou ler as BD's que tenho cá em casa de Star Wars que ainda não li, como forma de também participar no #maratonaespacial da Melina Souza. Não se esqueçam: may the fourth be with you!

 

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Sinceramente,

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O que tenho lido #22

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O segundo livro que lemos para o clube de leitura Companhia da Tinta foi "1984" do George Orwell. Este livro também foi leitura para o projeto 101 livros de fantasia e ficção cientifica.

 

Resumo:

"Segundo Orwell, Mil Novecentos e Oitenta e Quatro é uma sátira, onde aliás se detecta inspiração swifteana. De aparência naturalista, trata das realidades e do terror do poder político, não apenas num determinado país, mas no mundo — num mundo uniformizado. Foi escrito como um ataque a todos os factores que na sociedade moderna podem conduzir a uma vida de privação e embrutecimento, não pretendendo ser a «profecia» de coisa nenhuma"

 

A personagem principal aqui para mim não é Winston, a personagem que seguimos ao longo desta história. Para mim a personagem principal é a doutrina, o totalitarismo que existe no mundo de 1984. Winston, Julia, O'brien servem como ferramentas para esse mundo nos entregar a mensagem. Porque digo isso?

 

O livro está dividido em 3 partes. A primeira parte, foi a parte que menos gostei, porque através dos olhos de Winston temos uma descrição de tudo o que acontece naquele mundo. As descrições não são só através de descrições ou experiências que o Winston já ultrapassou. Temos mesmo descrições no presente, no momento de coisas que o Winston está a fazer. E tendo em conta a metodologia daquele regime, que tira tudo o que seja estimulo, acabam por ser descrições muito monótonas, e por vezes repetitivas. Contudo a ideia será passar mesmo a ideia de como é triste um mundo assim, mas a falta de acção, de movimentação de acontecimentos, tornou a leitura custosa.

Quando passamos para o livro 2, a acção já desenrola. E gostei imenso. Gostei tanto que não fiquei atenta a possíveis avisos por parte do autor. E quando atingimos o clímax, não esperava mesmo por aquele desenrolar. Ou seja esperava que acontecesse mas não como aconteceu. 

E quando chegamos ao livro 3 a acção ainda melhora bastante, é bastante empolgante,eu não consegui largar a leitura neste último capítulo. Mas desilidi-me no fim.

Poemos dizer que cada capítulo corresponde ao moto do Partido:

Guerra é Paz (livro 1)

Liberdade é Escravidão (livro 2)

Ignorância é Força (livro 3)

 

Talvez posso não estar a entender a mensagem, talvez a mensagem seja mesmo a que estou a pensar. Contudo a minha ideia era que no fim, o que prevalece é o nosso espírito, para mim teria que existir uma moral desse tipo. A verdade é que a moral que aparece lá não deixa de ser crua e realista. No fundo, está bem encaixada na mensagem e no contexto. Não esperava um fim muito espetacular, mas a verdade é que esperava conversas mais filosóficas ao longo do livro e estava à espera que no final existisse um discurso revelador. Foi talvez a desilusão que tive com este livro. 

 

No computo geral, foi uma leitura agradável, muito fácil e fluida, bem escrita. Com personagens terra a terra, Winston é insípido e bastante maleável, Julia é a geração sobrevivente bastante definida. Só esperava um final diferente, aliás toda uma história diferente. Por isso a minha pontuação é de 4: a história é forte, enquadrando no ano em que foi editado é algo bastante contemporâneo, mas insípida nalguns pontos.

 

 SInceramente,

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 PS: Feita palerma andei a perguntar se alguém tinha à venda ou tinha para emprestar o livro de George Orwell 1986... e demorou até alguem que corrigir.

Ciclo leitura Maio Junho

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O livro que ganhou a votação do clube de leitura é " À boleia pela galáxia" de Douglas Adam. (The Hitchiker's Guide to the Galaxy).

 

Resumo:

"Segundos antes de a Terra ser destruída para dar lugar a uma auto-estrada intergaláctica, o jovem Arthur Dent é salvo pelo seu amigo Ford Prefect, um alienígena disfarçado de actor desempregado e que se encontra a trabalhar numa nova edição do Guia Para Quem Anda à Boleia Pela Galáxia. Juntos, viajam pelo espaço na companhia do presidente da galáxia (ex-hippie, com duas cabeças e três braços), Marvin (robô paranóico com depressão aguda), e Veet Voojagig (antigo estudante obcecado com todas as canetas que comprou ao longo dos anos). Onde estão essas canetas? Porque nascemos? Porque morremos? Porque passamos tanto tempo entre as duas coisas a usar relógios digitais? 

Se quer obter estas respostas, estique o polegar e apanhe uma boleia pela galáxia. Adams satiriza capitalismo, governo, grandes corporações, religião organizada, militarismo… Simplesmente delicioso!"

 

Estou curiosa para ler este livro! Já ouvi óptimas opiniões e depois ainda dá para ver o filme!

Quem vai participar?

 

Sinceramente,

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Sou a Sofia Gonçalves. 29 anos. Curiosa sem fim, exploradora de livros, advogada de boa comida, gestora de estados ansioliticos, caçadora de sonhos, escriba escrava da palavras da minha cabeça, pajem dos meus animais.

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